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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Resultado da pesquisa sobre nova interface do OpenOffice

Enviado por Roger de Almeida (rogerdealmeidaΘgmail·com):

“Foi disponibilizada no blog GullFOSS, a pesquisa sobre o projeto “Renaissance”, cuja missão é criar uma interface para o OpenOffice a partir das necessidades e desejos dos usuários.

Esse assunto foi muito debatido quando o protótipo foi liberado, pois muita gente achou que foi uma cópia do MS-Office-2007, ou que deveria buscar inspiração no Lotus Symphony para utilizar melhor as laterias da tela, além de outros inflamados e interessantes pontos de vista.

O resultado da pesquisa pode ser visto também na forma de planilha – Calc.” [referência: blogs.sun.com]

Instalando efeitos adicionais no Audacity

Enviado por Luciano Andress Martini (bluespower_777Θhotmail·com):

“Se você usa o Debian ou Ubuntu neste artigo aprenderá como aumentar os 23 efeitos padrões do seu audacity para mais de 323 efeitos instalando alguns pacotes com um simples apt-get. Também mostro como resolvi problemas de latência em meu computador na hora de gravar várias trilhas com o audacity.” [referência: resulinux.forumdebian.com.br]

terça-feira, 6 de outubro de 2009

ONGs humanitárias se voltam ao uso de softwares de código aberto

Um centro virtual de resposta a emergências denominado Collabit deve ser exatamente o que as agências de socorro precisam para coordenar seus esforços de ajuda em resposta a um desastre, quando a velocidade é crucial. O Collabbit é um trabalho manual do projeto Software Humanitário Livre e de Código Aberto (Hfoss, na sigla em inglês). Ele age como um armazém central de informação, enviando atualizações de projetos para os trabalhadores por meio de mensagens de texto ou RSS. Recentemente, o Collabbit teve boa performance em uma simulação de emergência.

William Anderson, coordenador de emergência, teve contato com o Hfoss depois de ouvir sobre o trabalho feito no desenvolvimento de aplicações em resposta ao tsunami asiático. Ele estava frustrado com a eficácia de um software comercial. Os pacotes comerciais eram frequentemente um amálgama de funções geralmente desenvolvidas para outros projetos, e o resultado, diz Anderson, é um software inflado, que traz dificuldades no uso. "O Collabbit tem um décimo das funções", diz ele, "e corresponde aos propósitos."

Em junho, estudantes da Universidade Wesleyan e do Trinity College, em Connecticut, juntaram forças com representantes municipais e voluntários de ONGs --incluindo a Cruz Vermelha, o Exército da Salvação e a Catholic Charities dos EUA-- para desenvolver o Collabbit. Um time de estudantes construiu um protótipo de sistema em apenas três semanas, para daí as agências de ajuda humanitária modelarem como elas proveriam socorro após um ciclone hipotético devastar uma cidade grande.

Os resultados da simulação impressionaram John Berglund, coordenador do Exército da Salvação em Nova York. "[O Collabbit] não apenas fez o trabalho, mas também demonstrou para aqueles que participaram o valor da ferramenta", afirmou. "Deve haver a possibilidade de mudanças, feitas para que o sistema seja mais fácil. Com pacotes comerciais, você está habilitado para fazê-las", observa Berglund. O diretor do projeto Hfoss, Trishan de Lanerolle, diz que o desenvolvimento desses sistemas dá aos estudantes de ciência da computação uma maneira significativa para desenvolver experiência. "O trabalho que eles estão fazendo tem um impacto. Não apenas como exercício de sala de aula, onde você desenvolve seu programa e então apaga no dia seguinte", informou.

Fonte: Folha Online

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Exército Brasileiro e o Software Livre

Stallman oferece prêmios para quem encontrar falhas em software livre



A Free Software Foundation (FSF) estabeleceu um esquema de premiações para programadores que descobrirem software comercial embarcado em pacotes de distribuição de software livres. Aqueles que fizerem a descoberta devem notificar o distribuidor e a FSF. Se tudo estiver certo, eles receberão um 'GNU Buck' (foto) para o valor, assinado por Richard Stallman, fundador da FSF. De acordo com Peter Brown, diretor executivo da fundação, "estimular usuários a achar e reportar problemas vai ajudar a garantir que a FSF distribua GNU/Linux realmente livre".


A FSF tem tomado atitudes agressivas em relação a seu software livre, atingindo, inclusive, grandes players do mercado. Recentemente, a organização criticou o Windows 7 da Microsoft e ganhou uma ação contra a Cisco, depois de a empresa ter usado software livre sem autorização no Linksys. "Desde que publicamos guias que indicam o que é necessário a um sistema para ser de livre distribuição, temos buscado meios práticos para lidar com problemas de software não-livres que acidentalmente estão incluídos nessas distribuições, disse Brett Smith, engenheiro da FSF.

Fonte: iMasters

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Projeto Pirata Livre

Bom dia pessoal, estou aqui para divulgar meu novo projeto, que tem como proposta inicial apresentar alternativas de softwares livres aos softwares que geralmente são pirateados.

Linux: Projeto: Pirata LivreSobre o Pirata Livre: deu início na Universidade do Planalto Catarinense, na disciplina de Sociedade da informação, com a proposta de apresentar alternativas livres aos softwares que geralmente são pirateados, apresentando benefícios e os links para os principais projetos de software livre.

Site: http://piratalivre.com.br

O projeto ainda está em fase inicial e com poucos integrantes. Caso queiram ajudar ou contribuir, podem entrar em contato com: chavesfop(arroba)gmail(ponto)com

Contribuam com o jeito livre de ser (:

“Linux salva companhia de energia australiana” – ou algo assim

A razão do fato é mais curiosa do que o irônico acontecimento em si. Segundo relatado pelo LWN, um vírus alcançou a rede local de uma empresa australiana de distribuição de energia, chegando aos computadores do seu sistema de supervisão. Mas os técnicos do departamento pensaram rápido, e trocaram na hora as máquinas com Windows por outras com Linux, que eles estavam usando para desenvolvimento – e assim o vírus não foi capaz de impedir o funcionamento de todas as estações de monitoramento da sala de controle. (via lwn.net)

Agora vem a parte curiosa: a razão de ser possível substituir tão rapidamente os computadores com Windows por outros com Linux é que os sistemas de monitoramento na verdade rodam em um servidor com Solaris, e estes computadores infectados (com Windows) e seus substitutos (com Linux) servem apenas como terminais gráficos X para visualização…

Saiba mais (theinquirer.net).