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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Editor de vídeo não-linear: Lightworks terá seu código aberto


Enviado por Leandro R. M. de Marco (leandromarcoΘgmail·com):

“A empresa Edit Share anuncia que o Lightworks, seu renomado software de edição de vídeo será disponibilizado como software Open Source.
“Utilizado por editores como Chris Gill e a muitas vezes vencedora do Oscar, Thelma Schoonmaker, Lightworks oferece controles intuitivos, efeitos em tempo real avançados, suporte nativo a resolução de 2K com DPX ou RED e funcionalidades para edição com múltiplas.”

Segundo a Editshare, o Lightworks já possui características que estão a frente da dos editores de video comuns e que, indo para o Open Source ela espera expandir radicalmente o potencial criativo das aplicações de edição de vídeo.

A Empresa adquiriu o Lightworks oficialmente em Agosto de 2009 e planeja disponibilizar o software para download no terceiro trimestre deste ano. Interessados em utilizar o software e/ou participar da equipe de desenvolvimento podem manifestar o interesse aqui” [referência: editshare.com]


Editor de vídeo ganhador de oscar abre o código!: “Anuncia o blog OMG!Ubuntu, sobre o editor de vídeo Lightworks, que já editou projetos ganhadores de Academy Awards e Emmys. Agora o projeto procura por pessoas com interesse de se envolverem no processo, através do site oficial: http://www.editshare.com/index.php?option=com_wrapper&Itemid=208” [Enviado por N-QATSi (f·naoqyqatsiΘgmail·com) - referência (omgubuntu.co.uk).]

terça-feira, 13 de abril de 2010

Ferramenta do Google permite criar vídeos a partir de buscas na web


Redação do IDG Now!
13-04-2010
Com Search Story, internauta pode combinar até sete buscas na web com uma trilha sonora; resultado pode ser carregado no YouTube.

O Google liberou nesta terça-feira (13/4) uma ferramenta que permite criar minifilmes com base numa sequência de buscas, e que pode receber até trilha sonora.

Intitulada Search Story, a novidade efetua as pesquisas de até sete palavras-chave. Os resultados das buscas são então encadeados, com efeitos automáticos de transição.

Imagens, mapas e notícias podem ser combinadas com listas de resultados. Os efeitos de transição simulam a navegação pelas páginas e por fotos e mapas.

As opções de trilha sonora são variadas e incluem temas de ação, comédia, drama, romance e sci-fi, entre outros. O resultado pode ser carregado no YouTube e compartilhado em redes sociais, como Facebook e MySpace, e até pelo Twitter.

Google Drawing – Mais novidades fantásticas do Google Docs


Mais uma vez a Google dispara e acerta em cheio. As imensas funcionalidades que nos habituámos a ter no Google Docs voltaram a ser enriquecidas. E desta vez para além de pequenos retoques e novas funcionalidades nas ferramentas de edição de documentos é a vez de temos disponível uma ferramenta de edição e criação de imagens.
O Google Drawing é a mais recente ferramenta que os utilizadores do Google Docs podemos usar para elevar a sua produtividade um degrau acima da maioria. E mais uma vez encontra-se perfeitamente integrada e com o look & feel da Google e do Google Docs.



Google Drawing

Esta nova ferramenta não é própriamente uma novidade pois desde há cerca de um ano que era possível adicionar imagens desenhando-as ou importando de fontes externas. No entanto a Google decidiu passar de uma opção e uma ferramenta incorporada nas restantes aplicações Docs para uma aplicação com presença e utilidade própria.
Passa então a ser possível criar ou editar  imagens, fluxogramas e diagramas de forma colaborativa e em tempo real, tal como fazemos com qualquer outra ferramenta do Google Docs. E esses desenhos podem ser copiados para qualquer documento de texto, folha de calculo ou apresentação utilizando o Clipboard Web. Pode ainda ser tornado público ou partilhado como outro qualquer documento do Google Docs.


Esta nova ferramenta está pública para todos os utilizadores e pode ser acedida pelo menu Criar novo e ai dentro escolher Desenho. Aconselhamos que testem esta nova ferramenta pois tem imenso potencial!


Mas como não poderia deixar de ser a Google nãoo se ficou pela apresentação do Google Drawing. Apresentou ainda algumas outras novidades que abrangem vários níveis e características das suas ferramentas.

Documentos de texto e folhas de cálculos
As novidades a este nível são duas. E ambas tentam facilitar a migração dos utilizadores das suites de produtividade dos PC’s para a plataforma de produtividade alojada na web Google Docs. Foram aproximadas as ferramentas existentes fora da plataforma com as que podem ser encontradas para tornar esta transição o mais suave possível. E apenas foram disponibilizadas agora devido a limitações existentes até à pouco nos browsers.
O editor de documentos de texto viu ser melhoradas as opções de formatação de texto passando a estar incluída uma régua de margem, melhor numeração e bullets e a integração de imagens passa a ser mais flexível. Estas novidades do editor de texto ainda não disponíveis mas devem sê-lo nos próximos dias.
A folha de calculo também recebeu novidades e  passou a ter integrada uma barra de edição de formulas, auto-completar de células, drag-and-drop de colunas e muitas outras coisas.


Estas funcionalidades da folha de calculo estão já disponíveis para todos os utilizadores e podem desde já ser utilizadas. Para aceder a elas deve criar uma nova folha de cálculo e deverá ter no topo um link com o texto Versão nova. Clique ai e depois em Experimente a nova versão.



Maior fiabilidade na importação de documentos
A ferramenta de importação de documentos do seu PC para a nuvem foi fortalecida e está agora mais robusta por forma a facilitar este processo. Os documentos importados vão passar a manter com maior frequência a formatação original ou uma muito aproximada da desejada.

Colaboração mais rápida e melhorada
Uma das características muito apreciadas pelos utilizadores do Google Docs é a capacidade de edição simultânea de documentos e a possibilidade de ver as alterações acontecerem na hora. Esta funcionalidade foi optimizada permitindo agora que os utilizadores vejam as alterações a serem feitas por outros à medida que os caracteres são escritos (letra a letra). Foi ainda alargada a capacidade de colaboração para 50 utilizadores em simultâneo.

Uma ultima alteração que será aplicada no dia 3 de Maio de 2010 é a desactivação da possibilidade de edição off-line de documentos (Gears). Esta medida não é definitiva mas sim temporária. Esta necessidade deve-se à necessidade de ser encontrada uma alternativa à actual pois estas novidades todas assentam na sua maioria em HTML5. Assim que exista uma alternativa viável esta opção, que tantos utilizadores usam, será activada.
Provavelmente estas novidades foram a razão para o fim do suporte da Google ao IE6 e outros browsers mais antigos. O dia 1 de Abril já passou e agora aparecem novidades que só podem ser aproveitadas pelos browsers mais recentes e comsuporta para as novas tecnologias, como o HTML5.
Curiosamente o titulo da apresentação de todas estas novidades foi “Laying the foundation for a new Google Docs”. Será este o inicio de um novo caminho para o Gogole Docs? Iremos ter a possibilidade de eliminar as ferramentas chaves dos nossos computadores e passar a ter tudo na nuvem? O que de novo ainda podemos esperar desta já tão completa ferramenta?
Homepage: Google Docs

Software público e a base comum de produção


A base comum de produção deve ser um ambiente público ou coletivo, onde a convivência seja saudável para a formação de um ecossistema de produção colaborativo.

Em 2009 defendi uma relação entre o conceito do Software Público e o fenômeno da Cauda Longa desenvolvido por Chris Anderson[1]. Embora tenha explorado no artigo somente a vertente do prolongamento do tempo de vida das soluções informatizadas e dos negócios, foi possível notar o alinhamento que existe entre o software público e as premissas da economia dos bens intangíveis.

Um segundo alinhamento do software público pode ser verificado com o conceito de Base Comum de Produção difundido pelo livro Wikinomics. Os autores definem essa base comum como "uma infraestrutura compartilhada de regras, instituições, conhecimentos, padrões e tecnologias fornecidas por uma mistura de iniciativas dos setores público e privado"[2].

A base comum de produção é o espaço propício para superar mais dois desafios da produção colaborativa em rede: (i) Criar igualdade de condições entre todos os agentes do mercado; e (ii) Possibilitar que a fase de colaboração estabeleça uma oportunidade criativa equânime e que, em algum momento, ela aconteça antes da competição.

De acordo com os autores do Wikinomics, "mercados dinâmicos repousam sobre robustas bases comuns". Ou seja, a base comum é uma plataforma de produção que pertence à coletividade, onde a universalização é um princípio essencial para que exista uma noção de pertencimento social. Entretanto, ela também precisa ser convincente, sólida e sustentável, pois são estes os elementos que potencializam os mercados dinâmicos.

A base comum de produção deve ser um ambiente público ou coletivo, onde a convivência entre os atores do mercado seja saudável para a formação de um ecossistema de produção colaborativo e exista a garantia de acesso ao resultado do trabalho para todos os agentes de uma determinada comunidade.
Embora seja frequente o uso das expressões adotadas acima - às vezes rotuladas de jargões - a implementação de uma base comum de produção não é simples. Isto pode ser verificado nas definições dos próprios autores do Wikinomics. Dentre os sete modelos de produção em massa, que podem ser considerados pilares para o estabelecimento de uma base comum, constam: as plataformas de participação e o local wiki de trabalho[3].

As plataformas de participação demonstram como "as empresas inteligentes estão abrindo seus produtos e sua infraestrutura tecnológicas para criar um palco aberto, no qual grandes comunidades de parceiros podem agregar valor e, em muitos casos, surgirem novos negócios". O local de trabalho wiki resume a visão de como "a colaboração em massa está criando raízes nos locais de trabalho e como surge uma nova meritocracia empresarial que retira os velhos silos hierárquicos e conecta equipes internas e uma miríade de redes externas".

Produção colaborativa

Tais pilares de produção colaborativa, entretanto, ainda estão longe de serem a regra. A mudança de mentalidade não é simples - grande parte dos empresários e empreendedores foram educados para competirem com a clara intenção de superar de qualquer forma o concorrente, inclusive incorporando práticas da estratégia militar em suas organizações.

Para a produção colaborativa ser sustentada é necessário modificar a visão de "combate" existente no mercado, superando a postura de somente "capturar" recursos dos concorrentes para a de "oferecer" alguns recursos próprios de forma compartilhada.

Taylor e LaBarre, no livro Inovadores em Ação, ensinam que "a lógica da competição evoluiu do universo da imitação de produtos contra produtos para o fervor revolucionário de modelos de negócios contra modelos de negócios. Situação verificada, por exemplo, no embate entre o software proprietário e o livre.

Um nicho da tecnologia da informação que tem empregado com frequência tanto plataformas de participação quanto local wiki de trabalho são as comunidades de software livre. Entretanto, dos inúmeros projetos que surgem, poucos são líderes de mercado e muitos são extintos rapidamente. O foco original nestas comunidades é o código-fonte e, em geral, as plataformas de participação que as sustentam são oferecidas gratuitamente por empresas privadas ou por voluntários que arcam com despesas de hospedagem e manutenção do ambiente.

No modelo do software público além do código-fonte, também são agregados outros componentes importantes, tais como: rede de prestadores de serviço, comunidade de colaboradores e grupos de interesse - os quais, juntos, impulsionam o uso e a evolução do software. Nesse caso, entende-se que o software público não é um software somente do governo, mas sim aquele que oferece um conjunto de direitos ao cidadão, devendo estar à sua disposição todos os artefatos para produção, uso e distribuição de uma solução.

O Portal do Software Público Brasileiro busca formatar um ambiente público que permite a universalização de todos os artefatos e não somente o código, auxiliando na sustentabilidade de softwares de licenciamento livre e na igualdade de oportunidades para o mercado privado.

Uma das premissas da base comum de produção aponta para a construção de regras coletivas e transparentes no locus produtivo. No Portal do SPB, a gerência da base comum é coordenada pelos líderes de comunidades de cada software e pelos representantes das áreas temáticas. Desta forma, é garantida a construção coletiva do ambiente público e a confluência de interesses.

Por Corinto Meffe - gerente de inovações tecnológicas da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Fonte Computerworld

Como recuperar os ícones do Menu Principal


Recupere os ícones do Menu Principal!
As últimas versões do Ubuntu, inclusive novo Ubuntu 10.04 Lucid Lynx, não vêm com alguns ícones no Menu Principal do Ubuntu. Esta pequena decisão tem como única vantagem a velocidade de carregamento do menu, que, ao não conter alguns desses ícones, é superior. No entanto, essa pequena vantagem torna o visual pouco homogéneo. Assim, este pequeno artigo explica como pode recuperar esses ícones e tornar o visual do menu principal do Ubuntu mais homogéneo.

Como recuperar os ícones do Menu Principal

Opera Mini para iPhone finalmente é aprovado na App Store

A Apple não gosta que aplicativos para iPhone dupliquem alguma funcionalidade já presente no aparelho (como um navegador web ou tocador de música), mas veio abrindo exceções ao longo dos últimos meses. Agora um dos lançamentos mais esperados para iPhone foi autorizado: o navegador Opera Mini. 

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Há cerca de 20 dias foi publicada uma página com contagem do tempo para a aprovação do Opera na App Store, depois de várias recusas. Ontem, dia 12, a aplicação foi aprovada e já está disponível na App Store. Quem diria. 

O Opera Mini no iPhone deixa o navegador nativo comendo poeira, uma vesão mobile do Safari. Além do mecanismo de interpretação das páginas e códigos próprios do Opera, o uso de um proxy que compacta as páginas é outro excelente atrativo - não é à toa que o Opera é de longe o melhor navegador para celulares. 

Outro lado bom pelo menos é que agora há uma alternativa, o que abre espaço para que a Apple tente melhorar o Safari para iPhone, afinal sem concorrência o desenvolvimento do Safari mobile poderia ficar relegado a segundo plano. 

Como era de se esperar, não são todos que gostam do Opera Mini. O uso do proxy por padrão coloca em questão a privacidade de dados sigilosos, e há quem está acostumado com o jeito do navegador nativo do iPhone para surfar na web.

O Opera Mini é gratuito, assim como é para outras plataformas, incluindo Android.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Casal brasileiro recebe condenação criminal por educar filhos em casa


Veredicto dado apesar de que os filhos passaram em provas de admissão para faculdade de direito — com as idades de 13 e 14

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
MINAS GERAIS, Brasil, 26 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Apesar do fato de que seus filhos passaram difíceis provas impostas pelo governo, e até se mostraram qualificados para a faculdade de direito com as idades de 13 e 14, Cleber Nunes e sua esposa Bernadeth, que educam os filhos em casa, levaram uma bofetada de multas equivalentes a um total de 3.200 por recusarem submeter seus filhos ao sistema escolar brasileiro.
Contudo, Nunes disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele não tem intenção de pagar a multa, embora diga que poderia ter de passar de 15 a 30 dias na cadeia se não pagar.
Embora a educação escolar em casa seja comum em muitos países, inclusive nos Estados Unidos, e esteja associada a níveis mais elevados de realização acadêmica, é completamente proibida no Brasil, onde o governo se tornou cada vez mais intrusivo em recentes décadas depois do estabelecimento de um regime socialista na década de 1990.
Desde que Nunes começou a educar em casa seus dois filhos mais velhos há quatro anos, sua família vem sendo submetida a freqüentes ameaças de multas, prisão e perda de custódia. No entanto, ele vem resistindo com firmeza e seu caso ganhou atenção nacional.
O veredicto de culpado no caso criminal contra Nunes, que vem depois de dois veredictos negativos num caso civil paralelo que terminou há um ano, foi dado apesar do fato de que David e Jonatas Nunes haviam passado uma difícil bateria de provas impostas pelo tribunal criminal.
“Eles haviam pedido que os meninos fizessem as provas para avaliar o nível de conhecimento deles, e também testes psicológicos para avaliar a saúde mental deles”, Nunes disse para LifeSiteNews (LSN). “Parece que o único resultado válido que eles esperavam era o fracasso dos meninos”.
As provas impostas pelo tribunal nos filhos de Nunes foram tão difíceis que uma das professoras que as haviam elaborado confessou que ela mesma não conseguiria passá-las. Contudo, David e Jonatas Nunes passaram nos exames por diferenças de cinco e oito pontos percentuais.
Apesar do desempenho de seus filhos, porém, o governo de novo deu decisão contra Nunes, desta vez em tribunal criminal, e ordenou uma multa. A quantia total em multas que Nunes está devendo como conseqüência das decisões contra ele se acumularam em mais de $3,200 em dólares americanos.
“Se eles impõem provas significa que se deve considerar duas possibilidades. Eles poderiam estar sofrendo de abandono intelectual ou não”, Nunes disse para LSN. “Em outras palavras, eles estavam tentando provar que [meus filhos] eram vítimas. Mas eles foram aprovados. Mesmo assim, o governo continuou dizendo que somos criminosos”.
Nunes diz que apesar de seu sucesso, o juiz decidiu contra ele por causa de seu estilo de educação escolar em casa, no qual os filhos dirigem seu próprio aprendizado, enquanto Nunes supervisiona o processo.
“O juiz disse que deixamos nossos filhos aprendendo sozinhos”, disse Nunes. “Ele reconheceu que eles passaram no exame de admissão da universidade e nas provas, mas ele disse que foi por causa dos próprios esforços deles”, acrescentou ele, chamando isso uma “piada”.
“Eles querem assumir o controle deles, de suas mentes”.
Nunes diz que decidiu não recorrer da decisão, pois o Supremo Tribunal Federal já recusou ouvir o apelo de seu caso civil. Embora ele tenha pago a multa de sua esposa para poupá-la da prisão, ele diz que não pagará sua própria multa.
“A coisa natural é recorrer, mas não confio nos juízes do Brasil”, Nunes disse para LSN. “Eles já mostraram quem são e o que querem. Eles não estão interessados em proteger nossas crianças… Eles querem assumir o controle delas, de suas mentes, eles as querem fora de casa”.
Embora tenha recusado acatar as decisões contra si, Nunes atualmente não enfrenta mais dificuldades legais devido à educação escolar de David e Jonatas, pois eles estão agora além da idade de escolarização compulsória.
Contudo, sua filha logo poderá ser submetida à escolarização compulsória no Brasil. Ela logo fará quatro anos, idade em que a escolarização compulsória começa no Brasil.
Informações de contato:
Cleber Nunes pode ser contatado em: cleber@andradenunes.org
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Confronto contra a educação escolar em casa: crianças deverão ser testadas por tribunal em batalha sobre os direitos educacionais dos pais
Shock: Brazilian Homeschooling Parents Face Arrest Even after Early-Teen Sons Pass Law School Exams
Family appeals case to Brazilian Supreme Court
Apesar de evidência de sucesso, tribunal condena família que educa filhos em casa
Adolescentes que estudam em casa alcançam vitória surpresa em confronto com o governo
Casal que ensina em casa poderá ser preso se seus filhos falharem em duros testes governamentais
Confronto contra a educação escolar em casa: crianças deverão ser testadas por tribunal em batalha sobre os direitos educacionais dos pais
Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032601.html
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