quinta-feira, 5 de agosto de 2010
LULA e DILMA - A “SÍNDROME DA LÍNGUA SOLTA" E SUAS INCONSEQUÊNCIAS
Por Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Corre um leve rumor que a criatura pode estar doente. Seu criador, também. Ela, física. Ele, mentalmente.
Nela, os sintomas se manifestam pela falta de controle e a dificuldade no concatenar idéias, no construir argumentos, no emitir opiniões.
Daí fugir dos debates, como o diabo da cruz. Nele, o linguajar leve e solto, sem medidas, sem pudores, inconseqüente.
Nela, quem sabe, uma doença ainda não curada. Nele, refluem reveses mal assimilados, doloridos catiripapos no ego.
É a síndrome da egolatria inflamada?
Infeccionada?
Desarvorada?
No Campo Externo, a equivocada pressão sobre Honduras, o risível périplo no Oriente Médio, o malfadado passeio a Cuba, o indigesto acordo com o Irã, a perda da Copa, o circuito tirânico pela África. E o pior, para cada insucesso, a terrível certeza, de que em todos foram desperdiçadas oportunidades de engrandecimento nacional e pessoal, não fosse a triste opção ideológica do desgoverno.
Honduras, apesar das reativas inúteis do Brasil, aos poucos vai retornando a sua vida normal, sob o aval das demais Nações. No Oriente Médio, um hilário papel.
Após uma ridícula tentativa de resolver na “conversa mole” o milenar affaire entre Israel e a Palestina, ainda agregaram visível arranhão na antes sólida amizade do Brasil com aquele país, afrontado pelo “noço guia” ao negar-se a visitar, protocolarmente, o túmulo de um herói israelense.
A vergonhosa tertúlia e o abraço em Fidel, e as lamentáveis colocações em referência aos presos cubanos, e ao mártir grevista, pecaram pela leviandade diplomática do Itamaraty do B.
O vergonhoso chute na nossa honra protagonizado pelas sanções ao Irã acordados pela ONU, apesar das ridículas ameaças da “pseudopotência”.
A perda da Copa, e ver escorrer pelos dedos a apoteose de retornar para o Brasil, no aero - lula trazendo a Taça.
O discurso perante a cúpula da FIFA, eivado de “senões”, que macularam o Brasil, e jogaram às traças o nosso Turismo com desastrosas comparações.
A desfaçatez ao não assistir à grande final, como é a praxe pelo mandatário do País responsável pela Copa seguinte. Sem esquecer os alegres encontros com tenebrosos ditadores africanos, como ele, os pais da pátria.
E, para culminar a desdita, os vitoriosos acertos entre a Igreja Católica e a Espanha para a libertação de presos cubanos, sem qualquer alusão para tal, a préstimos pelo Brasil – que não houve.
No Campo Interno, não olvidar as derrapagens mais recentes, o famigerado PNDH - 3, o drama de Belo Monte, o rosário de multas do TSE, o capenga desempenho da“marionete”, o lançamento “ao mar” do navio sem motor, as inaugurações do“nada”, como a montagem de um evento, apenas para anunciar que em dezembro sairá o edital para a licitação do trem – bala.
Uma tremenda presepada, não fosse eleitoreira e suprimento para uma soberba imensurável, que se satisfaz, não por fazer, mas, simplesmente, por anunciar o que será feito, como se a parlapatice pudesse agregar como sua, aquela obra.
Culminando, o policiamento da educação com a abolição da palmada. É, meus amigos, após tantos infortúnios, só desbundando. Em conseqüência, após uma série de reveses, a metamorfose tem dado sinais de profundo estresse.
Podemos perceber alguns sinais do seu desgaste, principalmente no ego, que sofreu profundos arranhões nos últimos meses, sintomas que repercutem no seulinguajar descontrolado, nas suas colocações desabridas,impertinentes, e nasdeclarações estapafúrdias e nas afirmações descabidas, que denotam um alto grau de desvairo.
Como exemplo marcante, a descarada afronta ao Presidente do TSE, ao tecer, em solenidade, loas a sua marionete, sob a farsesca alegação de que no dia anterior, não poderia omitir – se de citá - la, segundo ele, como a mãe do trem - bala, e por isso, fingindo - se de tolo, super ingênuo ou debochado, repetiu a façanha.
Do exposto e, levando - se em consideração que seus últimos pronunciamentos primam pela megalomania, pelo distanciamento com a realidade, e que suas atitudes carecem da retidão que o cargo impõe, alguns diagnosticam que um perigoso e irreversível processo patológico domina a mente e o coração do incongruente, tornando seus últimos meses à testa da Nação, como perigosos para o nosso futuro.
Que Deus nos proteja!
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Como zerar a senha do Windows a partir do Ubuntu
Isto pode ser facilmente resolvido, tudo através do Ubuntu. E mesmo que não tenha o Ubuntu instalado no computador, pode fazer tudo a partir de um Live-CD.
Reset à password do Windows a partir do Ubuntu
Artigo traduzido: Breve análise do openSUSE 11.3
Enviado por Julio Cesar Bessa Monqueiro (julioΘgdhpress·com·br):
“Do DistroWatch Weekly, e traduzido pelo R. Bech:
“O projeto openSUSE já tem 16 anos (incluindo mudanças de nome), uma idade respeitável para uma distribuição Linux. Em sua história, ele passou por muitas mudanças e experimentou diversas abordagens diferentes. Distros vêm e vão, com muita pompa e circunstância, mas o openSUSE foi progredindo no seu ritmo, geralmente sem muito alarde. A versão mais recente, a 11.3, foi lançada no meio de julho, e decidi dar uma olhadinha nela. Já faz algum tempo desde que instalei pela última vez o openSUSE nos meus computadores, e fiquei curioso em ver o rumo que as coisas estavam tomado. Por Jesse Smith”” [referência: guiadohardware.net]
odt2braille: Braille no OpenOffice
Uma universidade belga disponibilizou o odt2braille, extensão que oferece suporte a Braille no OpenOffice. Após instalada, a extensão cria um menu “Braille” com opções para traduzir documentos para formatos Braille como o .brf ou .pef, ou enviar o conteúdo para impressoras Braille.
O suporte inclui diversos detalhes, preservando o layout, permitindo a entrada de texto diretamente em Braille se desejado, e até mesmo com suporte a fórmulas e símbolos matemáticos. (via h-online.com)
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Hacker faz caixas eletrônicos ‘cuspirem’ dinheiro remotamente
A notícia não tem relação direta com o Linux, mas pode ser do interesse daqueles entre nós que desenvolvem ou administram soluções de segurança conectadas.
Trecho do G1 enviado por sharles sa (sharles·saΘgmail·com):
“Na tela do especialista em segurança Barnaby Jack há um botão rotulado “Jackpot!”. Ele clica e, imediatamente, um caixa eletrônico fabricado pela Tranax Technologies entrega o dinheiro que contém. Isso aconteceu durante a demonstração de Jack, que trabalha na empresa de segurança IOActive, na conferência de segurança Black Hat, que ocorreu entre os dias 24 e 27 de julho em Las Vegas, nos Estados Unidos.
O pesquisador também demonstrou um problema em caixas da Triton Systems. Ele conseguiu acessar as partes internas do equipamento usando uma chave padrão que pode ser facilmente comprada. Com isso, foi possível conectar um dispositivo USB e instalar um software malicioso no caixa eletrônico, capaz de roubar dados de cartões, senhas, e, claro, roubar o dinheiro.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou ao G1 que desconhece a existência de caixas eletrônicas
dessas marcas no mercado brasileiro.
(…) Segundo o especialista, um criminoso pode ser capaz de discar números de telefone aleatoriamente – uma prática conhecida como “war dialing” – para encontrar caixas eletrônicos, bem como varrer os IPs da internet. Ele disse que os caixas eletrônicos “atendem” as chamadas e as solicitações da rede de uma maneira específica, permitindo que hackers identifiquem um equipamento vulnerável. Embora apenas duas fabricantes tenham sido envolvidas na demonstração, Jack informou que não é difícil encontrar outras falhas semelhantes.
(…) No início do ano passado, um vírus foi encontrado em caixas eletrônicos da Diebold, que é líder no mercado nacional. A praga tentava interferir com transferências bancárias americanas, ucranianas e russas. Não há registro desses ataques no Brasil; aqui, criminosos usam um dispositivo chamado Robocop para transmitir dados roubados via rede sem fio.” [referência: g1.globo.com]
O pesquisador também demonstrou um problema em caixas da Triton Systems. Ele conseguiu acessar as partes internas do equipamento usando uma chave padrão que pode ser facilmente comprada. Com isso, foi possível conectar um dispositivo USB e instalar um software malicioso no caixa eletrônico, capaz de roubar dados de cartões, senhas, e, claro, roubar o dinheiro.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou ao G1 que desconhece a existência de caixas eletrônicas
dessas marcas no mercado brasileiro.
(…) Segundo o especialista, um criminoso pode ser capaz de discar números de telefone aleatoriamente – uma prática conhecida como “war dialing” – para encontrar caixas eletrônicos, bem como varrer os IPs da internet. Ele disse que os caixas eletrônicos “atendem” as chamadas e as solicitações da rede de uma maneira específica, permitindo que hackers identifiquem um equipamento vulnerável. Embora apenas duas fabricantes tenham sido envolvidas na demonstração, Jack informou que não é difícil encontrar outras falhas semelhantes.
(…) No início do ano passado, um vírus foi encontrado em caixas eletrônicos da Diebold, que é líder no mercado nacional. A praga tentava interferir com transferências bancárias americanas, ucranianas e russas. Não há registro desses ataques no Brasil; aqui, criminosos usam um dispositivo chamado Robocop para transmitir dados roubados via rede sem fio.” [referência: g1.globo.com]
IDGNow: ‘Linux difícil de usar: mito ou verdade?’
Segue o trecho inicial da longa matéria do IDGNow, mas recomendo a leitura integral (pelo link ao final) antes de comentar sobre algo que não foi afirmado ;-)
Difícil, complicado e incompatível são algumas das acusações que pesam contra o sistema livre.
Não causa surpresa que, na comparação com outros sistemas operacionais, o Linux seja visto como difícil de usar – uma concepção que é rotineiramente explorada pela concorrência, interessada em espantar potenciais novos usuários do sistema.
Quer um exemplo? Numa página publicada recentemente no site inglês da Dell – e que foi retirada em seguida -, a fabricante de PCs sugeriu que o sistema Ubuntu Linux é indicado principalmente para usuários “interessados em programação de código aberto”, que não se importam em “aprender a usar novos programas para e-mail, processamento de texto etc”.
Para o restante – ou seja, quase todo mundo -, a Dell recomenda Windows. Que mais ela poderia fazer para desencorajar a maioria, com exceção dos mais determinados?
Por outro lado, tornou-se claro nas últimas semanas que a Dell está sofrendo de algum tipo de conflito interno quando se trata de Windows. Esta página, afinal, ainda está no site.
Independentemente disso, está na hora de acabar de uma vez por todas com essa noção de que
Linux é muito difícil. (via idgnow.uol.com.br)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Os dados indecifráveis e o software livre
Texto de Fabio Rosa (*)
Em julho de 2008, a Polícia Federal deflagrou a "Operação Satiagraha" para investigar o cometimento de crimes como desvio de verbas públicas, corrupção, lavagem de dinheiro, dentre outros. A operação resultou na prisão de inúmeros banqueiros, altos executivos de bancos e grandes investidores, dentre eles o banqueiro Daniel Dantas, do banco Opportunity.
Durante a operação foram apreendidos alguns discos rígidos (HDs) externos no apartamento de Daniel Dantas, supostamente utilizados para armazenar arquivos com informações secretas e ultra-sensíveis a respeito das operação financeiras e negócios do banqueiro.
Ao examinar os discos a Polícia Federal constatou que os arquivos estavam protegidos por um sistema de criptografia que tornava impossível que fossem acessados, exceto se a senha definida pelo proprietário fosse conhecida. O Instituto Nacional de Criminalística destacou diversos peritos para tentar quebrar (descobrir) a senha utilizada. Em vão.
Naquela época, reportagem da Folha de São Paulo revelou:
Dois meses e meio depois de apreender cinco discos rígidos no apartamento do banqueiro Daniel Dantas, durante a Operação Satiagraha, a Polícia Federal ainda não conseguiu decifrar a criptografia que protege os dados(...)
Numa análise inicial, peritos da Polícia Federal disseram que precisariam de um ano para quebrar os códigos. Um dos peritos disse que nunca havia visto um sistema de proteção tão sofisticado no Brasil.
Meses depois, já em 2009, a Polícia Federal pediu ajuda ao FBI norte-americano, e remeteu-lhes os discos codificados, na esperança que aqueles técnicos pudessem decifrá-los. Mais uma vez, após meses de tentativas malogradas, não foi possível decifrar nenhum arquivo. O FBI, então, devolveu os discos à polícia brasileira, que os mantém sob custódia. Os peritos do INC esperam que novos dados da investigação, ou que uma nova tecnologia, os ajudem a quebrar as chaves de segurança.
Em primeira impressão, pode-se ser levado a imaginar que o sistema de criptografia que protege esses dados trata-se de tecnologia ultra-secreta, e que tenha custado uma fortuna que somente banqueiros da estirpe de Daniel Dantas podem pagar. Afinal, algo tão sofisticado e eficaz, que até hoje desafia os especialistas das polícias brasileira e norte-americana, só pode ser muito secreto e muito caro!
Ledo engano. Os programas usados pelo banqueiro são software-livre ou de código aberto, e estão amplamente disponíveis na internet para qualquer pessoa que tenha um computador. São eles: o líder de mercado PGP, disponível na página http://www.pgp.com, e o Truecrypt, gratuito, hospedado no endereçohttp://www.truecrypt.org.
Ora, mas como algo tão sofisticado pode ser software-livre ou de código aberto? Se os códigos são conhecidos, por que é tão difícil decifrar a criptografia?
Cada questionamento desses encerra, em si mesmo, sua própria resposta. Mais ainda, evidencia aquela que é justamente uma das maiores qualidades do software-livre ou de código aberto: a transparência.
Por ter seu código amplamente divulgado e conhecido, o software de código aberto pode ser revisado, testado, provado e melhorado em larga escala, por qualquer um que tenha conhecimento, tempo e interesse em contribuir. Assim, esses códigos evoluem em ritmo infinitamente mais acelerado do que seus pares de código fechado, que não têm a mesma chance.
A inserção de erros e falhas de código é inerente à atividade de desenvolvimento de software, porém a detecção e correção desses erros ocorre muito mais precocemente no software de código aberto, porque o código é revisado e testado por um número muito maior de desenvolvedores, tornando-se muito mais seguro e robusto.
Por esta razão, além da economia nas despesas com licenças, é que o uso de software-livre e de código aberto deve ser prioridade nos órgãos públicos e governamentais, especialmente naqueles onde o sigilo e a segurança das informações tratadas seja algo essencial e necessário.
(*) Fabio Rosa é Analista de Sistemas em Fortaleza, CE, e trabalha no SERPRO - empresa pública federal, que presta serviços de informática ao Governo do Brasil. Compõe também a Diretoria do SINDpd-Ce, respondendo pela Secretaria de Comunicação e Imprensa, onde procura defender os interesses e apoiar nas lutas dos trabalhadores de TIC no Ceará. Para mais informações, siga seu perfil no Twitter e acompanhe seu blog.
Em julho de 2008, a Polícia Federal deflagrou a "Operação Satiagraha" para investigar o cometimento de crimes como desvio de verbas públicas, corrupção, lavagem de dinheiro, dentre outros. A operação resultou na prisão de inúmeros banqueiros, altos executivos de bancos e grandes investidores, dentre eles o banqueiro Daniel Dantas, do banco Opportunity.
Durante a operação foram apreendidos alguns discos rígidos (HDs) externos no apartamento de Daniel Dantas, supostamente utilizados para armazenar arquivos com informações secretas e ultra-sensíveis a respeito das operação financeiras e negócios do banqueiro.
Ao examinar os discos a Polícia Federal constatou que os arquivos estavam protegidos por um sistema de criptografia que tornava impossível que fossem acessados, exceto se a senha definida pelo proprietário fosse conhecida. O Instituto Nacional de Criminalística destacou diversos peritos para tentar quebrar (descobrir) a senha utilizada. Em vão.
Naquela época, reportagem da Folha de São Paulo revelou:
Dois meses e meio depois de apreender cinco discos rígidos no apartamento do banqueiro Daniel Dantas, durante a Operação Satiagraha, a Polícia Federal ainda não conseguiu decifrar a criptografia que protege os dados(...)
Numa análise inicial, peritos da Polícia Federal disseram que precisariam de um ano para quebrar os códigos. Um dos peritos disse que nunca havia visto um sistema de proteção tão sofisticado no Brasil.
Meses depois, já em 2009, a Polícia Federal pediu ajuda ao FBI norte-americano, e remeteu-lhes os discos codificados, na esperança que aqueles técnicos pudessem decifrá-los. Mais uma vez, após meses de tentativas malogradas, não foi possível decifrar nenhum arquivo. O FBI, então, devolveu os discos à polícia brasileira, que os mantém sob custódia. Os peritos do INC esperam que novos dados da investigação, ou que uma nova tecnologia, os ajudem a quebrar as chaves de segurança.
Em primeira impressão, pode-se ser levado a imaginar que o sistema de criptografia que protege esses dados trata-se de tecnologia ultra-secreta, e que tenha custado uma fortuna que somente banqueiros da estirpe de Daniel Dantas podem pagar. Afinal, algo tão sofisticado e eficaz, que até hoje desafia os especialistas das polícias brasileira e norte-americana, só pode ser muito secreto e muito caro!
Ledo engano. Os programas usados pelo banqueiro são software-livre ou de código aberto, e estão amplamente disponíveis na internet para qualquer pessoa que tenha um computador. São eles: o líder de mercado PGP, disponível na página http://www.pgp.com, e o Truecrypt, gratuito, hospedado no endereçohttp://www.truecrypt.org.
Ora, mas como algo tão sofisticado pode ser software-livre ou de código aberto? Se os códigos são conhecidos, por que é tão difícil decifrar a criptografia?
Cada questionamento desses encerra, em si mesmo, sua própria resposta. Mais ainda, evidencia aquela que é justamente uma das maiores qualidades do software-livre ou de código aberto: a transparência.
Por ter seu código amplamente divulgado e conhecido, o software de código aberto pode ser revisado, testado, provado e melhorado em larga escala, por qualquer um que tenha conhecimento, tempo e interesse em contribuir. Assim, esses códigos evoluem em ritmo infinitamente mais acelerado do que seus pares de código fechado, que não têm a mesma chance.
A inserção de erros e falhas de código é inerente à atividade de desenvolvimento de software, porém a detecção e correção desses erros ocorre muito mais precocemente no software de código aberto, porque o código é revisado e testado por um número muito maior de desenvolvedores, tornando-se muito mais seguro e robusto.
Por esta razão, além da economia nas despesas com licenças, é que o uso de software-livre e de código aberto deve ser prioridade nos órgãos públicos e governamentais, especialmente naqueles onde o sigilo e a segurança das informações tratadas seja algo essencial e necessário.
(*) Fabio Rosa é Analista de Sistemas em Fortaleza, CE, e trabalha no SERPRO - empresa pública federal, que presta serviços de informática ao Governo do Brasil. Compõe também a Diretoria do SINDpd-Ce, respondendo pela Secretaria de Comunicação e Imprensa, onde procura defender os interesses e apoiar nas lutas dos trabalhadores de TIC no Ceará. Para mais informações, siga seu perfil no Twitter e acompanhe seu blog.
Assinar:
Postagens (Atom)