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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Desenvolvedor da Canonical decodifica o Magic Trackpad da Apple


O desenvolvedor Chase Douglas, da Canonical, informa que o Ubuntu 10.10 irá incluir (em conexão com a disponibilidade do uTouch, noticiado ontem) o suporte a multitoque usando o recém-lançado Magic Trackpad, da Apple – e também os periféricos de entrada do iPod, iPad, IPhone, MacBook e MacBook Pro.

A informação veio em resposta a questionamentos de usuários sobre quais os periféricos da Apple que seriam suportados, após a divulgação do uTouch.
O protocolo do Magic Trackpad foi decodificado e o suporte a ele pode ser encontrado em git://kernel.ubuntu.com/cndougla/ubuntu-maverick.git – já o suporte ao IPhone e família ocorre por intermédio do aplicativo Remotux, do mesmo desenvolvedor, que hoje já permite o envio de eventos de teclado e mouse ao computador, e passará a enviar também eventos multitoque. (via h-online.com)

Info ensina seus leitores a eliminar vírus do Windows usando um CD do Ubuntu


Um live CD pode ter muitas utilidades diferentes, até para quem prefere usar outro sistema operacional – neste caso, o suporte a executar o antivírus Avast para se livrar de softwares maliciosos presentes no disco do Windows.
Uma digressão: para quem usa Linux há tempo e lembra como já foi complicado configurar as interfaces de rede após o boot, este artigo da Info é interessante por um detalhe a mais: ele assume como garantido (no que faz muito bem, para a maioria das configurações que conheço) que após o término do boot o usuário da Info poderá simplesmente fazer o download do pacote do Avast e prosseguir com suas instruções de uso, sem nenhuma instrução específica sobre as conexões.

Começa assim:
Se a máquina não dá o boot e você desconfia de uma infecção, o CD do Ubuntu pode dar uma força para eliminar o malware. Entre no Ubuntu com a opção ‘Testar o Ubuntu Sem Qualquer Mudança No Seu Computador.’ Abra o Firefox e navegue para www.info(…)/avasthome-edition-for-linux. Ao baixar o pacote, escolha a opção Abrir, do Firefox, para que o Avast! seja instalado. (viainfo.abril.com.br)

Fortune: Como as grandes empresas dos EUA aderiram ao código aberto


A revista Fortune publicou o artigo “How corporate America went open-source“, que faz um par interessante com o recente post sobe o “Darth Vader da Tecnologia”: ela descreve o crescimento da presença do open source nas grandes corporações dos EUA (e vice-versa) e algumas das razões que levaram a isso.

Embora a presença corporativa frequentemente cause embaraços (talvez o caso emblemático mais recente sejam as mudanças nos projetos da Sun após a aquisição pela Oracle), usualmente trata-se de situações com dois lados bastante perceptíveis: no exemplo, as aberturas de código do Java do OpenSolaris por parte da Sun foram reivindicadas e comemoradas como vitória por muitos segmentos das comunidades de software livre e código aberto.

No Brasil, onde investidas em direção ao software livre muitas vezes não tiveram continuidade ou foram explicadas essencialmente por razões ideológicas ou essencialmente pelo critério de redução do custo das unidades vendidas de algum outro produto, uma matéria como essa pode servir quando surge a dúvida sobre os modelos de negócio adotados por quem inclui o software livre em suas estratégias corporativas.

Casos mencionados, como o da Amazon, Google, Nokia e SAP, servem como exemplos vivos, e os números das pesquisas indicando presença generalizada de software livre nas grandes empresas dos EUA também são indicativos interessantes.

E, claro, os comentários presentes que permitem refletir sobre a possibilidade de a Oracle estar matando sua própria galinha de ovos de ouro ao permitir o surgimento de dúvidas sobre o grau de abertura do Java ajudam a ilustrar também o outro lado dessa moeda. (via tech.fortune.cnn.com)

Uma coleção de 50 softwares open source para substituir alternativas bem caras


Enviado por Nícolas Wildner[Ironmaniaco] (nicolasgauchoΘgmail·com):

“Com a “grande recessão econômica”, muitas empresas estão buscando formas de cortar gastos, incluindo a busca por softwares “gratuitos” como alternativa a tecnologias bem difundidas.

A matéria “50 Open Source Replacements for Really Expensive Software” apresenta uma lista simples, comparando preços entre um software e sua alternativa “Open”, e que de acordo com o autor a lista pode estar imprecisa, pois muitos fornecedores “mascaram” preços dos softwares ali listados, ou o preço só é dito após uma longa negociação que terá no mínimo “5000 palavras”.

Os preços utilizados neste comparativos são de software “retail”, sem qualquer adição de serviços adicionais de suporte, e são preços disponíveis no site, da forma mais fácil. As opções listadas estão categorizadas, e os softwares escolhidos podem até não ser os mais caros do mercado, pois esta lista tem a singela intenção de fazer um comparativo simples entre tais aplicações.

Informações sobre estes softwares, no link de referência.” [referência: itmanagement.earthweb.com]

Guias rápidos e manuais em português para o openSUSE 11.3


Enviado por Luiz Fernando Ranghetti (elcheviveΘopensuse·org):

“Olá pessoal!

A equipe de tradução brasileira do openSUSE, está feliz em anunciar o lançamento da tradução da documentação do openSUSE 11.3 em pt_BR dos seguintes guias/manuais:

Guia Rápido do Novell AppArmor
Guia Rápido de Instalação
Guia Rápido do KDE
Guia Rápido do GNOME
Manual de Inicialização

Estes foram atualizados de suas respectivas versões 11.2 para 11.3. Além disso estamos orgulhosos de incluir nesta lista a tradução do Guia do Usuário GNOME, que com mais de 100 páginas dá uma boa visão da área de trabalho GNOME.

Todos os manuais/guias estão disponíveis em: http://code.google.com/p/opensuse-startup-pt-br/downloads/list.
Agradecemos a todos que colaboraram na tradução, em especial a Ísis Binder por sua monstruosa colaboração.” [referência: elchevive68.wordpress.com]

Governo avalia ter economizado R$380 milhões com software livre


Enviado por rogerio (rgrlinuxΘgmail·com):

“A adoção de softwares livres, programas de computador que podem ser usados gratuitamente, possibilitou uma economia de R$ 380 milhões ao governo federal até 2008. Segundo o coordenador do Programa de Software Livre do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Paulo Pastore, nos últimos dois anos, essa economia pode ter dobrado.

“É um dinheiro que pode ser investido em outras áreas, na construção de hospitais, escolas, ou também pode ser reinvestido na contratação de mais gente para as áreas de tecnologia do governo”, avalia. O tema começou a ser discutido hoje (18) no 3º Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico, que reúne mais de 5 mil pessoas em Brasília. O evento vai até a próxima sexta-feira (20).” [referência: info.abril.com.br]

Censo da Web: Software livre está presente em 62% dos sites governamentais


Texto do Convergência Digital:

“”A adoção da política de software aberto deu frutos no governo brasileiro, de acordo com os dados do censo da Web, divulgados pelo CGI.br, no domínio .gov.br. A grande maioria dos sites governamentais adota o apache, de código aberto. O software da Microsoft é utilizado em 32%. O Open Source tem forte presença na região sul. Na região centro-oeste há um empate técnico entre o software livre e a tecnologia da Microsoft.

Na região Nordeste, por exemplo, 51% dos sites governamentais usam software livre e 39%, tecnologia da Microsoft. Na Região Norte, esse índice fica em 58% para o Open Source e 30% para a MS, no Sudeste, a diferença é 50% para o software livre e 44% para a tecnologia Microsoft.

Na parte de tecnologia utilizada para disponibilização de dados, o PDF é o mais usuado com 80%. O formato doc, da Microsoft, responde por 13%. O OTT que é padronizado é usado por 2%.

“Esse resultado nos surpreende porque o padrão é sempre a melhor forma de conseguir interoperabilidade, mas não temos como avaliar nesse primeiro retrato. É perigoso fazer uma análise”, diz Wagner Diniz, gerente do escritório W3C do Brasil.(…)”” [referência: convergenciadigital.uol.com.br]