Como ganhar dinheiro na Internet
Como ganhar dinheiro na Internet

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Lançada edição n.20 da Revista Espírito Livre!


Revista Espírito Livre - Ed. #020 - Novembro 2010Revista Espírito Livre - Ed. #020 - Novembro 2010

Pirataria. Um tema polêmico que divide opiniões, levanta questões éticas/morais, sem falar que eleva ânimos de muitos enquanto causa tumulto e prisões em certas situações. Isto tudo talvez porque os elementos necessários para a fundamentação do conceito da palavra “pirata” tenham sido distorcidos ao longo dos anos e atribuições indevidas foram feitas. Claro que, dadas as devidas proporções, e também a certos interesses, muita coisa já foi falada por entendidos (e desentendidos). Isso ajudou a disseminar uma imagem que muito provavelmente não é a que encontramos nestes “novos piratas”. A Revista Espírito Livre tenta apresentar nessa edição, diversas visões, apresentadas por vários colaboradores que aproveitam este veículo de informação para fazer justamente o que ele se propõe a fazer: informar!

Muitos são levados a acreditar em significados distorcidos, julgamentos prematuros e muitas vezes inconscistentes. Fique atento.

A edição 20 também traz a seus leitores uma matéria extensa e bastante completa sobre Zabbix e seus agentes, sob a condução de Aécio Pires e André Déo. William Stauffer Telles fala sobre segurança, mas sob uma ótica não muito discutida pelos entendidos do assunto. Cezar Taurion levanta um tema bastante interessante e que inclusive foi tema de palestra na Latinoware 2010, ocorrida neste mês em Foz do Iguaçu: a Internet das Coisas, um conceito que visa mudar completamente a forma como temos acesso a certas informações.

Entrevistamos o jornalista e professor da UFV, Carlos d’Andréa, que fala sobre a influência do conceito wiki no jornalismo como conhecemos, sua vantagens e itens a serem analisados. Carlisson Galdino, além de sua coluna mensal, onde narra a Warning Zone, esta edição ainda publica dois de seus cordéis, ambos sobre pirataria. Vale a pena conferir!

Uma nova colaboração é feita por Aline Abreu, que levanta a questão do respeito dentro da comunidade, um fato nem sempre levado em consideração por certos usuários. Waney Vasconcelos fala das dificuldades de comunidades a que está inserido e como o Ubuntu – e o seu significado etimológico – pode representar uma mudança de realidade. Hailton David Lemos encontra similaridades entre o genoma humano e o conceito de software livre, relação que merece ser conhecida.

Além dos colaboradores citados, vários colunistas e diversas contribuições não somente através de artigos, mas em revisões e buscando novos materiais, são realizados por vários bravos e respeitados parceiros. A todos estes, o meu obrigado.

Nossos sorteios continuam e se você ainda não participou, esta é a chance. Quem sabe o próximo não seja você?! Além das promoções, se você tem algo a nos dizer – sugestões, relatos, casos de sucesso ou simplesmente um obrigado – não deixe de entrar em contato. A Revista Espírito Livre busca os mais diversos tipos de colaborações, onde o agradecimento, a simples leitura, a divulgação entre os amigos e muitas atitudes fáceis de serem feitas são percebidas como contribuição! Então, vamos fazer da Revista Espírito Livre um veículo de qualidade com cada vez mais participações dos leitores com o único propósito de devolver a estes, material de qualidade e de excelência. Um abraço a todos!

Câmara dos Deputados: Ciência e Tecnologia aprova prioridade para Software Livre na administração pública


Comissão de Ciência e Tecnologia aprova proposta que garante preferência para os softwares livres na contratação de produtos e serviços de informática feitas pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios.

A medida, que também vale para as empresas públicas, está prevista no projeto de lei (2269/99) do deputado Walter Pinheiro, do PT da Bahia, e em outras seis propostas que tramitam conjuntamente.

Os governos estaduais, municipais e o governo federal gastam cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de softwares proprietários, como o Microsoft Windows e o Adobe Photoshop. Um dos objetivos do projeto é reduzir os custos para o Estado.

O texto da relatora, deputada Luiza Erundina, do PSB de São Paulo, define que software livre é o que garante a qualquer usuário a execução do programa para qualquer finalidade e a redistribuição de cópias sem custos adicionais.

O software livre também deve garantir às pessoas o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias, entre outros pontos.

De acordo com Luiza Erundina, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para o trabalhador do setor, e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador.

"O software livre não é gratuito, ele é pago. Porém, ele admite uma série de possibilidades que dão uma autonomia, uma liberdade e uma condição de o poder público usá-lo de forma mais adequada, mais útil,e que atenda melhor ao interesse público. Evidente que o administrador público ou o administrador daquela instituição majoritária do poder público pode adquirir o software proprietário, porém ele tem que justificar."

Apesar de considerar o projeto bem intencionado e de ser favorável ao software livre, o deputado Miro Teixeira, do PDT do Rio de Janeiro, votou contra a proposta.

Ele diz que o texto, ao exigir preferência para o software livre, deixa brechas para que o software proprietário seja contratado.

Outro problema do projeto, na opinião de Miro Teixeira, é que não há, no texto, penalidade prevista para o administrador público que não optar pelo software livre nos casos em que deva fazê-lo.

"Eu acho que é o projeto errado. A intenção é ótima. Agora, quando o projeto é autorizativo ou então manda dar preferência a alguma coisa, ele não está mandando fazer nada - essa é a questão. E nós, aqui (na Câmara), fazemos leis. São imposições dentro na nossa ordem jurídica. Finalmente, quando se trata de tecnologia, eu não gosto muito de fazer amarrações em lei. A lei atrapalha a tecnologia. Todo tipo de avanço que você teve não dependeu de lei para ter. A internet que está aí não surgiu de nenhuma lei. É criação das pessoas desse planeta Terra. Então, não vamos imaginar que a lei colabora com a tecnologia. A lei que colabora com a tecnologia é a lei que destina recursos à pesquisa científica e tecnológica."

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça.

De Brasília, Renata Tôrres.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Copiar Arquivos: Arquivo de áudio WMA Arquivo de áudio MP3 estério Arquivo de áudio MP3 mono

Otimizando o Kernel de seu Desktop Linux

Colaboração: Ataliba Teixeira
No dia 16/11/2010 foi divulgado pelo pessoal da Phoronix um patch de 200 linhas que tem a intenção de melhorar (e realmente melhora) o rendimento de um Desktop  Linux. Ele na realidade cria um novo gerenciador de processos de nome Brain Fuck Scheduler.
Como dito aqui na dica  do dia 27/11/2010 pelo Marcelo Gonçalves Diotto, um desenvolvedor da Red Hat, Lennart Poettering, mostrou um método bem mais interessante de efetuar esta "otimização" do sistema.
Na realidade, a dica consiste de algumas poucas linhas que são adicionadas no carregamento do sistema operacional e no $HOME/.bashrc do usuário.
A dica aqui, funciona para o Fedora. Tentei os tutoriais voltados para o Red Hat, mas eles apresentavam alguns erros.
Primeiro, instale a libcgroup (caso não a tenha instalada):
# yum install libcgroup
Logo depois, configure a mesma para o carregamento durante o boot :
# chkconfig cgconfig on
Execute o seguinte comando e depois adicione o mesmo no arquivo /etc/rc.local:
# /bin/mkdir -m 0777 /cgroup/cpu/user
Finalmente, adicione as seguintes linhas no seu arquivo $HOME/.bashrc :
if [ "$PS1" ] ; then
   mkdir -m 0700 /cgroup/cpu/user/$$
   echo $$ > /cgroup/cpu/user/$$/tasks
  fi
E, após isto, como já dito, aproveite o seu Linux mais rápido. Sem dúvida, eu já observei uma melhora bem grande no rendimento aqui no meu.
Ataliba Teixeira é Administrador de Sistemas Linux e mantém um blog.

Empresas públicas de Novo Hamburgo adotarão formato aberto para documentos digitais


Com o objetivo de facilitar o acesso dos contribuintes e dos próprios servidores aos documentos digitais gerados, a Prefeitura de Novo Hamburgo, a secretária de Tecnologia da Informação e Inclusão Digital de Novo Hamburgo, Márcia Schuler, participou na tarde de quinta-feira, 25 de novembro, da sessão da Câmara Municipal. Márcia fez a sustentação do Projeto de Lei nº 112, encaminhado pelo Executivo, que garante o uso de um formato de padrão internacional para o armazenamento dos arquivos eletrônicos.

Aprovado por unanimidade em segunda votação, o projeto determina que órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta, além das autarquias adotem, preferencialmente, formatos abertos de arquivos para criação, armazenamento e disponibilização digital de documentos como textos, planilhas e apresentações. Além de facilitar o acesso, a proposta prevê economia aos cofres municipais, já que os softwares são gratuitos. “Estamos protegendo os documentos do Município e também possibilitando que as pessoas tenham acesso facilitado a eles, uma vez que não precisam adquirir suítes proprietárias. Buscamos também padronizar os formatos e desta forma facilitar os serviços oferecidos aos contribuintes”, afirmou Márcia, que aproveitou a oportunidade para apresentar um balanço das atividades realizadas pela SETID durante a atual gestão.

fonte: http://an.novohamburgo.rs.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=59194&tit=Empresas-publicas-adotarao-formato-aberto-para-documentos-digitais-

BrOffice: nova versão do corretor gramatical CoGrOO


Enviado por William Colen (william·colenΘgmail·com):

“Está disponível a versão 3.1.0 do Corretor Gramatical CoGrOO, para o BrOffice. A principal novidade dessa versão é a integração como o CoGrOO Comunidade, portal colaborativo para o desenvolvimento do CoGrOO.

O portal conta hoje com ferramentas que permitem experimentar o corretor gramatical, visualizar análise gramatical, verificar as regras existentes e reportar problemas do CoGrOO. No futuro, os usuários poderão usar as ferramentas online para desenvolver novas regras e complementar o dicionário do CoGrOO, posteriormente colocando essas contribuições sob avaliação da comunidade, e caso seja positiva, a contribuição passará a fazer parte da versão seguinte do corretor.

A integração disponível no CoGrOO 3.1.0 permite reportar problemas do corretor gramatical direto do BrOffice através de um formulário. Para acessar o formulário, basta selecionar o texto com problema, clicar na frase com o botão direito do mouse e, em seguida, escolher a opção Reportar erro do CoGrOO. É possível acessar o mesmo formulário através de Ferramentas > Corretor Gramatical CoGrOO > Reportar erro.

Além da integração com o CoGrOO Comunidade, a versão 3.1.0 sofreu grandes mudanças de infraestrutura como parte dos preparativos das próximas revisões.

Faça download do CoGrOO 3.1.0: [cogroo.sourceforge.net/…] Visite o portal CoGrOO Comunidade:[ccsl.ime.usp.br/…]” [referência: ccsl.ime.usp.br]

Um guia para hackear o Kinect


Os desenvolvedores do MIT Media Lab não perderam tempo e desenvolveram um projeto chamado DepthJS para aproveitar os recursos do Kinect. Trata-se de um software que permite controlar a navegação com gestos captados pelos sensores do Kinect. O projeto ainda está no início. Segundo um dos criadores, Aaron Zinman, o projeto ainda sofrerá modificações no sentido de ajustar os comandos e torná-lo fácil de instalar. Veja como foi a aventura para fazê-lo funcionar.

O Ambiente

Hardware
AMD Athlon(tm) 64 X2 Dual Core Processor 4200+
3GB DDR2 800MHz
Disco de 250 GB SATA II
Placa de vídeo ATI Radeon 4850
Microsoft Kinect
Software
Ubuntu 10.10 x64
DepthJS

Preparação do ambiente

Os comandos a seguir devem ser executados em terminal. Para abrí-lo vá até o menu Aplicativos, depois vá até Acessórios e por fim Terminal.

1) Instalação das dependências. Execute o comando:
$ sudo apt-get install libusb-1.0-0 libusb-1.0-0-dev freeglut3-dev libxmu-dev libxi-dev libhighgui2.1 libhighgui-dev libcvaux2.1 libcvaux-dev libcv2.1 libcv-dev libcv2.1 libcv-dev libzmq0 libzmq-dev python-opencv

2) O segundo passo é baixar a biblioteca open source do Kinect para Linux, a libfreecnet, com o comando (assumindo que o gerenciador git já esteja instalado):
$ git clone https://github.com/OpenKinect/libfreenect.git

3) Em seguida, vamos compilar a biblioteca, com os comandos:
$ cd libfreenect && mkdir build && cd build
$ sudo cmake ..
$ make && sudo make install

Pode ser necessário incluir o caminho (path) para a bilbioteca como variável de ambiente, com o comando:
$ export LD_LIBRARY_PATH=$PATH_LD_LIBRARY:/usr/local/lib64/

4) Finalmente vamos baixar o DepthJS que faz toda a mágica acontecer, com o comando:
$ git clone https://github.com/doug/depthjs.git

Instalando e rodando o ambiente

O DepthJS funciona baseado em três componentes. O primeiro é uma interface com o hardware escrito em C++, utilizando a biblioteca OpenCV e a libfreenect. Ele captura as coordenadas da sua mão (quando você a posiciona na frente do sensor). Os movimentos capturados são então passados para um intermediário escrito em Python. Este intermediário é apenas um conector web, criado com o projeto Tornado. A terceira parte é um plugin do Google Chrome, que recebe as coordenadas e faz as ações no navegador.

1) Volte ao terminal e vá até o diretório depthjs onde está o driver:
$ cd depthjs/cv/

2) Neste diretório tive que alterar o caminho para a biblioteca libfreenect, na segunda linha do arquivo Makefile, para “-I/usr/local/include/libfreenect/”. Para gerar o arquivo executável, rode o comando:
$ make

3) Agora como root, execute o binário gerado, com o comando:
# ./ocv_freenect

Uma janela com o título “blob” deve aparecer. Esta janela mostra o que o Kinect está identificando. Posicione a mão até ficar totalmente preta. Esta é a posição correta de uso.


4) Em outra aba do terminal (Shift+Ctrl+T), vamos rodar o arquivo backend.py, com o comando:
$ cd depthjs/backend/ && python backend.py

5) Agora no Chrome vamos instalar o plugin. Vá até o menu Ferramentas, Extensões e clique no botão “Carregar extensão em desenvolvimento..”. Aponte para o diretório /depthjs/chrome-extension/ e clique em Abrir.
Pronto, agora no plugin basta selecionar a opção “Connect to Kinect” e testar as opções que aparecem abaixo da opção de conectar. Para que os comandos funcionem, é preciso tomar cuidado com a distância e você deve fazer movimentos suaves, não rápidos demais.

Navegando pelo site com a palma da mão. Fechar a mão simula um clique do mouse.
Navegando pelas abas. Ao movimentar a mão para os lados troca de aba.
Os detalhes de como funcionam os comandos e quem são os desenvolvedores, você confere no vídeo abaixo:
Os desenvolvedores do MIT Media Lab que criaram este projeto são: Aaron Zinman, Doug Fritz, Roy Shilkrot e Greg Elliott.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Experimente o KDE 4.5.3 pela web


Enviado por Sandro Andrade (sandroandradeΘkde·org):

“Gostaria de experimentar o KDE 4.5.3 pela web com poucos cliques ? É só acessar: [susegallery.com/…]solicitar o convite para criar uma conta no SuseStudio e depois clicar no botão “Test Drive” do lado direito.

Se você gostar poderá baixar o appliance em qualquer um dos quatro formatos disponíveis: Live CD, Preloaded ISO, Disk Image ou imagem para o VMWare/VirtualBox.” [referência: susegallery.com]