Como ganhar dinheiro na Internet
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

VLC 2.0: Pronto para Assistir aos seus Blu-Rays no Linux?

Enviado por Sidney Doria :

“Desde o surgimento das mídias digitais, como o DVD, temos passado pela mesma peleja: mecanismos de proteção contra cópias piratas criam impedimentos indesejáveis para a reprodução deessas mídias em sistemas operacionais livres. Quem viveu essa (má) experiência com o DVD deve lembrar do famoso hacker norueguês DVD Jon. Ao tentar contornar a proteção de região, DVD Jon abriu o caminho para que hoje possamos todos assistir a um DVD com tranquilidade, mesmo em nossos computadores com Linux. 

Pois bem, agora é a vez do Blu-Ray!

Como parte do grupo VideoLAN, venho anunciar que já estão sendo finalizados os últimos ajustes para o lançamento do Reprodutor de Mídias VLC 2.0, o que deve ocorrer agora em Fevereiro. O VLC 2.0 traz uma série de melhorias na interface, nos codificadores e também novas funcionalidades como a reprodução (experimental) de discos Blu-Ray! Essa nova funcionalidade é resultado de um trabalho em conjunto do grupo Doom9, que desenvolveu a libbluray e a libaacs (para decodificação de discos Blu-Ray com proteção criptográfica).

Por questões legais, as chaves criptográficas necessárias para a reprodução de certos discos Blu-Ray não são (e não serão) disponibilizadas com o VLC. Uma explicação detalhada sobre como reproduzir discos Blu-Ray criptografados com o VLC 2.0 está disponível aqui.

O esperado é que o desenvolvimento dessas bibliotecas também abram o caminho para o uso pleno dos discos Blu-Ray em sistemas operacionais livres.

Espero que gostem do novíssimo Reprodutor de Mídias VLC 2.0 e preparem a pipoca!

Lista resumida das novidades da versão 2.0: O licenciamento agora é LGPLv2.1+ • Novas versões para Android, iOS, OS/2 and Win64 • Quase todos os codificadores agora podem ser transcodificados • Correção da reprodução do RealVideo (rvmb) • Suporte a PulseAudio (com gerenciamento automático entre S/PDIF e PCM) • Suporte a diversos novos formatos de imagem e imagens WMV (Photo Story) • Suporte a legendas EBU (.stl) • Módulo UPnP • As configurações de ajuste, incluindo o equalizador, agora são guardadas entre as sessões • Uma nova lista (interminável) de filtros de áudio e vídeo, codificadores, efeitos).” [referência: videolan.org]

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

iPhone 4S e iPad 2, enfim, desbloqueados

"Sua espera (finalmente) acabou".

Foi com essa frase que o blog greenpois0n.com, abriu sua postagem do dia 20 de janeiro, com a informação que muitos usuários de iPhone esperavam: o iPhone 4S e o iPad 2, ambos dispositivos equipados com o processador A5, estão finalmente desbloqueados.

De acordo com o texto, a maior complicação e razão da demora pelo destravamento - o famoso jailbreak - se deu justamente pelo A5 possuir um esquema de segurança totalmente diferente dos modelos anteriores. A postagem ainda faz menção à montagem de um dream team de hackers, que conseguiram destravar os aparelhos apenas mediante esforço conjunto.

O software, chamado "greenpois0n", já está disponível para usuários de Mac e Windows, mas os hackers prometem uma versão compatível com Linux para "logo". O post e o link de download do software podem ser encontrados aqui (em inglês).

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Comunidade Mozilla Brasil se mobiliza para resolver problema com plugin do Banco do Brasil

Enviado por Clauber Stipkovic (clauber·halicΘgmail·com):
“Nos últimos dias, muitos usuários relataram problemas (como fechamento inesperado do navegador e abertura repentina de abas) após a atualização ou instalação do plugin de segurança do Banco do Brasil para o Firefox. Com isso, a comunidade brasileira da Mozilla se mobilizou para contatar os desenvolvedores do plugin e tentar solucionar o problema.
No nosso blog, há um post sobre o ocorrido e sua solução!
Lembrando que nós, da Comunidade Mozilla Brasil, recomendamos para os usuários dos produtos Mozilla, sempre que possível enviem os bugs/crashes para os sistemas da Mozilla.
A Comunidade Mozilla Brasil agradece a todos que reportaram o bug e que estão sempre nós ajudando a fazer uma Web melhor! :)” [referência: mozillabrasil.org.br]

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Livre-se dos anúncios indesejados em seu Android

Liane Cassavoy, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil
24-01-2012
Cansado de ver anúncios intrusivos que roubam precioso espaço na tela de seu smartphone? Veja algumas formas de se livrar deles.

Seu smartphone Android era um paraíso sem propaganda - um lugar onde era possível jogar, ler e-mail e fazer chamadas sem ser incomodado pelos irritantes anúncios que tomaram conta de seu PC. Mas não mais: com o crescimento em sua popularidade, o Android se tornou uma plataforma mais atraente para os anunciantes.
Os anúncios chegam ao seu smartphone dentro de games e apps, em seu navegador web e até mesmo como notificações. Eles o distraem quando você está jogando ou tentando navegar na web, e consomem uma pequena porcentagem da quota de dados disponível em seu plano de internet móvel, que provavelmente não é ilimitado. Sem falar que alguns anúncios podem ser perigosos, servindo como forma de disseminação de malware.
Leia tambémCuidado! Anúncios em aparelhos Android prometem falso upgrade de bateria
Mas não se desespere, estamos aqui para ajudar. Não podemos prometer eliminar todos os anúncios, e nem queremos isso: lembre-se que alguns sites e desenvolvedores dependem deles para continuar funcionando. Mas podemos sugerir formas de driblar dos anúncios mais incômodos, ou pelo menos reduzir a presença deles.
Apps para bloqueio de anúncios (Ad-Blockers)
Uma opção é instalar um aplicativo que bloqueia os anúncios. Um deles é o Ad Blocker & Data Toggle, que custa US$ 2 e funciona em qualquer smartphone Android. Ele é fácil de instalar e de usar: em teoria basta escolher numa lista o aplicativo no qual quer impedir a exibição de anúncios. Mas ele nem sempre funcionou direito: quando decidi bloquear anúncios no Angry Birds, por exemplo, às vezes eles ainda apareciam, mas outras vezes não.
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Ad Blocker & Data Toggle: Angry Birds sem propagandas
John Huang, desenvolvedor do Ad Blocker & Data Toggle, disse que criou o app porque sabe que muitos usuários não querem ser incomodados por propagandas, especialmente aqueles que deixam suas crianças jogar em seus aparelhos. O aplicativo funciona desabilitando a conexão à internet quando um aplicativo selecionado é executado. Sem a conexão não é possível baixar os anúncios. Mas isso também significa que o truque não pode ser usado em apps que exigem uma conexão à internet para funcionar.
Os usuários podem simplesmente desabilitar eles mesmos a conexão à internet, diz Huang, mas seu aplicativo facilita o processo e restaura automaticamente a conexão quando um app “bloqueado” é encerrado. Segundo o desenvolvedor, colocar o smartphone em “modo avião” antes de executar um aplicativo produziria os mesmos resultados, mas o usuário iria perder chamadas e mensagens.
Há várias alternativas ao Ad Blocker & Data Toggle no Android Market, como o aclamado AdAway, NetSpector Sniffer/Ad Blocker ou AdFree Android. Mas o problema é que estes apps só funcionam em aparelhos modificados, nos quais o usuário fez o processo de “root” que dá acesso completo ao sistema operacional. O processo não é complexo mas varia de aparelho para aparelho, e  pode invalidar sua garantia. Por isso não iremos cobrí-lo aqui.
Navegando sem propaganda
Também há aplicativos que permitem que você se livre dos anúncios enquanto navega na internet. Um dos melhores é o Adblock Plus, uma extensão para a versão Android do Firefox. Bastou instalar ambos, reiniciar meu smartphone e eu já podia navegar livre dos anúncios “piscantes” que deixam qualquer usuário louco. Vi um ou outro banner ocasional, mas nenhum pop-up, anúncio animado ou em Flash.
Livre-se das notificações
Bloquear anúncios que chegam como notificações é mais difícil, mas ainda há opções: uma delas é evitar qualquer app que use tais tipos de anúncios. Parece óbvio, mas é muito fácil deixar um deles “passar batido”. Antes de instalar qualquer app em seu smartphone, leia com atenção sua descrição no Android Market, incluindo alguns comentários dos usuários.
Se seu smartphone já foi “invadido” mas você não sabe qual a origem dos anúncios, experimente um aplicativo como o AirPush Detector ou Addons Detector, que pode apontar o culpado.
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AirPush permite que você opte por não receber anúncios de seus parceiros
Os anúncios são normalmente entregues através de redes de marketing móvel como a AirPush, Appenda, LeadBolt e Moolah Media, e muitas delas lhe permitem optar por não recebê-los. A AirPush, por exemplo, tem um app disponível em seu site que desabilita as propagandas de seus afiliados. A Appenda e a LeadBolt também oferecem serviços similares.
Território controverso
Bloquear anúncios em seu smartphone pode parecer um direito seu, mas lembre-se que tal decisão nem sempre é bem-vinda, especialmente entre os desenvolvedores. O motivo é simples: os anúncios pagam o custo de desenvolvimento e manutenção do app, e fornecem ao desenvolvedor uma fonte de renda sem que você tenha de desembolsar um centavo.
Em uma conversa via e-mail um desenvolvedor que se identifica como KreCi e que mantém um blog sobre a renda obtida com o desenvolvimento de aplicativos Android alega que não está preocupado com o uso de bloqueadores de anúncios - pelo menos não por enquanto. “Este tipo de software não faz grande diferença nos meus rendimentos porque é usado apenas por um percentual muito pequeno dos usuários”, diz ele.
Mas outros desenvolvedores não são tão despreocupados. Se você observar fóruns de discussão onde usuários procuram dicas sobre bloqueadores de anúncios, irá ver frequentemente respostas de desenvolvedores irritados e preocupados com a disseminação de dicas que podem diminuir sua renda.
Mas a maioria dos usuários não se irrita com os anúncios em si, mas sim com a natureza incômoda de alguns deles. O consenso é que são os desenvolvedores que “passam da conta”, enfiando anúncios em cada cantinho e atrapalhando o uso do aplicativo, que estragam as coisas para todo mundo.
Há um meio-termo: a maioria dos aplicativos gratuitos suportados por anúncios também tem uma versão paga sem anúncios (geralmente chamada “Ad-free”), que custa apenas alguns dólares. Se você realmente gosta de um aplicativo, porque não investir? Você se livra dos anúncios, o desenvolvedor é recompensado, e todos ficam felizes.

Uma alternativa ao OpenID

O projeto BrowserID da Mozilla, que busca prover uma plataforma de gerenciamento descentralizado de login e identidade mais simples e portável, levou à frente a primeira distribuição dentro da organização sem fins lucrativos. Lançado em julho de 2011, o BrowserID é a alternativa da Mozilla para a iniciativa OpenID, que atualmente se encontra relativamente estagnada.


Durante o ano novo, a Mozilla disponibilizou uma versão não-localizada, apenas em inglês, do BrowserID para alguns sites de desenvolvimento: Mozilla Apps Developer Preview, Firefox Affiliates, Mozillians, Add-on Builder e Mozilla Developer Network. Os sites foram selecionados porque eles estão predominantemente ou apenas disponíveis na língua inglesa.

Esse é o primeiro estágio da distribuição da plataforma, que foi anunciada em novembro de 2011. A Mozilla enfatiza que o BrowserID torna simples a autenticação em sites, mas que não é um sistema de simples autenticação automática e que não permite o registro de usuários em múltiplos sites ao mesmo tempo; a tecnologia por trás do BrowserID é um sistema que a Mozilla batizou de Verified Email Protocol.

Desenvolvedores interessados em usar o sistema BrowserID da Mozilla pode encontrar detalhes sobre como incorporá-lo em um site no wiki do repositório GitHub do projeto. O repositório inclui uma implementação baseada em Node.js de um servidor e serviço de verificação do BrowserID, licenciado sob a atualizada e recentemente finalizada revisão da licença da Mozilla, a MPL 2.0.

O BrowserID também foi listado entre os dez principais ganhadores do programa "2011 Open Source Rookies of the Year", da Black Duck Software. Os vencedores são selecionados através de um sistema de pontuação baseado em atividade de desenvolvimento e mudanças no código, tamanho da equipe do projeto e links para o projeto; de acordo com os dados coletados pelos produtos da Black Duck Ohloh.net e KnowledgeBase.

Fonte: h-online, em inglês.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

ArtistX 1.2 – Um Ubuntu para músicos e outros artistas

ArtixtX é uma distribuição Linux que transforma o seu computador num estúdio de produção multimédia. É uma distribuição baseada no Ubuntu, e vem com mais de 2500 aplicações para áudio, vídeo e gravação 2D e 3D.
Depois de mais de dez anos de desenvolvimento e mais de dez versões do ArtistX, a equipa responsável pelo projecto anunciou o ArtistX 1.2 baseado no Ubuntu 11.10.
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Esta distribuição é um excelente exemplo de como os utilizadores da área da multimédia, podem usar sistemas baseados em Linux, dispondo de um conjunto de ferramentas bastante úteis.
O ArtistX inclui os seguintes pacotes:
  • Edição de imagens 2D: Gimp, Inkscape, Nip2, Krita, Synfig, Rawstudio, Skencil, Hugin.
  • Edição de imagens 3D: Blender, Wings3D, Kpovmodeler + Povray , K3D.
  • Edição de Vídeos: Cinelerra, Openshot, Kino, Openmovieeditor, Kdenlive, Pitivi, Avidemux, Devede, e muitos outros.
  • Players de músicas e vídeos: Mplayer, Helix Player, Videolan, Xine, Kaffeine, Kmplayer, LastFM e muitos outros.
  • Edição de músicas: PD and externals, Rosegarden, Ardour, TerminatorX, Cecilia/Csound, Gnusound, Mixxx e muitos outros.
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Esta distribuição foi criada usando o Remastersys, uma ferramenta idêntica ao UCK (ver aqui) que permite criar a nossa própria distribuição e inclui o kernel Linux 3.0.0-15, Gnome 3, KDE 4.7 onde podemos instalar mais de 2500 pacotes de software multimédia.
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O ArtistX não necessita ser instalado, estando disponível a opção LiveDVD. Esta é sem duvida uma distribuição diferente de muitas outras, uma vez que é direccionadas para músicos  e artistas da área da multimédia. Experimentem e dêem-nos o vosso feedback.
Download: Artistx_1.2_live_DVD (4,101MB, MD5,torrent)
Homepage: ArtistX

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Como "limpar" um HD lotado

Lincoln Spector, PCWorld EUA
18-01-2012
Mais cedo ou mais tarde seu HD irá lotar e não haverá espaço para mais nada. Veja como recuperar alguns gigabytes se livrando de arquivos duplicados e encontrando quem ocupa mais espaço

“Limpar” um HD lotado para liberar mais espaço pode ser uma tarefa desagradável, envolvendo decisões difíceis sobre quais arquivos você pode descartar e o que manter. Mas mais cedo ou mais tarde, é algo que tem que ser feito.
A primeira coisa que você tem que fazer é rodar o Utilitário de Limpeza de disco, que é parte do Windows. Clique em Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Ferramentas de Sistema e então em Limpeza de Disco. Este programa provavelmente não irá liberar muito espaço, mas vai cuidar de arquivos e pastas que você nem sabe que existem (ou onde estão), mas que ocupam espaço e podem ser facilmente descartadas.
Mas uma limpeza “a fundo” exige mais esforço. Vamos nos concentrar nas duas estratégias mais produtivas: a remoção de duplicatas, e a localização das pastas que ocupam mais espaço.
Removendo duplicatas
Uma quantidade enorme de espaço pode estar sendo ocupada por arquivos em duplicata, especialmente músicas, fotos e vídeos. Um programa que seja capaz de localizar e mostrar estes arquivos pode ser uma grande ajuda, especialmente se ele fornece informações suficientes para que você possa tomar uma decisão quanto a o que fazer.
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Duplicate Cleaner: encontre facilmente arquivos duplicados
Recomendo o Duplicate Cleaner da DigitalVolcano. É fácil de usar, poderoso, versátil e grátis. Você pode definir várias opções para determinar como o HD será analisado, quais tipos de arquivo procurar, e o que exatamente considerar como uma duplicata (sejam arquivos com o mesmo nome, conteúdo, tamanho e/ou data de criação). Se você estiver procurando especificamente por música, pode fazer a busca por nome do artista, do álbum ou título da faixa. Você também pode dizer ao programa para ignorar arquivos abaixo de um certo tamanho, para se concentrar nos arquivos maiores, que realmente farão a diferença quando apagados.
Depois que termina a varredura, o Duplicate Cleaner indica os arquivos duplicados com cores idênticas, permitindo ao usuário encontrá-los facilmente. Você pode abrir um arquivo, abrir a pasta do HD onde ele está ou selecionar um conjunto de arquivos com base em um critério. Depois de selecionar os arquivos que não quer mais, você pode apagá-los, movê-los ou renomeá-los.
Encontre as pastas mais “gordas”
Nem todos os problemas de falta de espaço são causados por duplicatas. Você pode ter que dar uma olhada nas pastas de seu HD, procurando por outros arquivos que estejam ocupando espaço e que possam ser descartados, ou movidos para um HD externo. Você pode economizar tempo neste processo procurando apenas nas pastas mais “gordas”, ou seja, as que ocupam mais espaço no HD.
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TreeSize: descubra quais pastas estão ocupando mais espaço no HD
Para isso recomendo o TreeSize Free. Depois de analisar o HD ele mostra uma simples lista de pastas e arquivos, com os maiores no topo. Com isso você pode encontrar facilmente os maiores culpados pela falta de espaço, e decidir se deseja descartar os arquivos ou movê-los para algum outro lugar.
Aqui os maiores culpados geralmente são as pastas contendo músicas e as fotos e vídeos da família. É fácil acumular dezenas de GB de fotos sem perceber (minha pasta, por exemplo, tem 35 GB), já que pensamos em cada foto individual como um arquivo “pequeno”. Dê uma olhada também em sua pasta de downloads, que contém os arquivos baixados pelo seu navegador. Você pode se surpreender com a quantidade de arquivos que baixou tempos atrás, não precisa mais e que estão lá ocupando preciosos GB de espaço em disco.